O Terreiro do Pai Maneco é hoje, sem nenhuma presunção, o maior terreiro de umbanda do Brasil. Isso não é mérito de nós, encarnados, se não, acredito piamente, dos espíritos que fazem parte desta religião que transforma a vida das pessoas para melhor.
Tanto é assim que seu dirigente, o Pai Fernando de Ogum, jamais imaginou e planejou que aquele terreiro que começou na garagem da Gildinha fosse tomar tamanha proporção.
Esse pai de santo super "pra frente" se tornou referência no Brasil quando o assunto é umbanda por alguns motivos bem simples: ele simplificou a umbanda, ele desmistificou a umbanda, ele faz a umbanda pés no chão - termo cunhado por ele faz anos -, ele faz a umbanda de portas abertas. Por todas essas razões e por sua personalidade desbravadora, como já disse no outro post, ele resolveu criar o Blog do Pai Maneco para que nós pudéssemos conhecer mais sobre nossa religião por meio da participação e, digamos assim, co-autoria do espaço.
Para se ter uma ideia, o Blog se tornou referência nacional e internacional de dirigentes espalhados por todos esses cantos. A quantidade de emails que Pai Fernando recebe com perguntas, sugestões, agradecimentos etc é inimaginável.
Resolvi escrever este post para falar sobre o blog em questão apenas para tornar público que há outros blogs nesta rede mundial que farão a diferença para o entendimento da umbanda. E também para que os amigos que tiverem blogs sobre a umbanda, por favor, me encaminhem os links para que eu possa postar e seguir!
Axé e saravá!
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Nossa religião é nossa fé!
O Pai Fernando de Ogum, dirigente do Terreiro Pai Maneco (conheça o site), é um homem com pouco mais de cinquenta anos de vivência no espiritismo tradicional e na umbanda. Respeitado mundo a fora e nestas terras brasileiras ele é um sujeito moderno: utiliza-se das ferramentas disponíveis no momento para mostrar, com muita sabedoria e simplicidade, o que muitos acreditam ser "enigmas" e "mistérios" desta religião 100% brasileira, nascida oficialmente no ano de 1908, mas certamente exercida há mais tempo que o descobrimento deste Brasil rico em seu povo, suas terras, suas belezas.
Ele é tão antenado no que acontece no mundo que, assim que descobriu a internet e seus benefícios, tem energias voltadas para o conhecimento via digital. Basta verificar a loucura dos números em páginas visitadas e pageviwers tanto do site, quanto do Blog do Pai Maneco (conheça o blog).
Ele diz uma coisa que, a mim, produtor cultural, é precisa: a umbanda é divulgada por meio da cultura. Afinal, os artistas, a cada dia, se envolvem de uma forma ou de outra, com nossa religião. Por um motivo: a umbanda é alegria, é música, é movimento, é amor, é sentimento. Hoje se canta a umbanda em qualquer show de música popular brasileira. São muitos os cantores que vêm, ao longo dos anos, cantando e encantando: Ronie Von, Clara Nunes, Jorge Bem, Gil, Caetano, Gal, Bethânia, Rita Ribeiro, Monobloco... a lista é interminável.
E, agora, ele está num processo sintomático da sua personalidade: tocar no coração de cada um de nós para a utilização dos meios digitais, das redes sociais, falar da umbanda. Falar de nossas vivências, muitas e maravilhosas, diárias e que nos ensinam que o caminho é através do amor. E ponto final!
Então, como sou um soldado da umbanda, um soldado da corrente de ferro e de aço do Caboclo Akuan, resolvi acatar a sugestão do nosso querido pai de santo: escrever. Escrever para tocar os corações que muitas vezes estão aflitos em busca de uma palavra que possa despertar um sorriso e o amor.
Convido a todos, umbandistas ou não, mas que tenham Deus e fé nos corações, a se juntarem a mim numa corrente pelo amor!
Obrigado, Pai Fernando, pela presença constante em minha vida.
Axé a todos e um fraterno saravá!
Ele é tão antenado no que acontece no mundo que, assim que descobriu a internet e seus benefícios, tem energias voltadas para o conhecimento via digital. Basta verificar a loucura dos números em páginas visitadas e pageviwers tanto do site, quanto do Blog do Pai Maneco (conheça o blog).
Ele diz uma coisa que, a mim, produtor cultural, é precisa: a umbanda é divulgada por meio da cultura. Afinal, os artistas, a cada dia, se envolvem de uma forma ou de outra, com nossa religião. Por um motivo: a umbanda é alegria, é música, é movimento, é amor, é sentimento. Hoje se canta a umbanda em qualquer show de música popular brasileira. São muitos os cantores que vêm, ao longo dos anos, cantando e encantando: Ronie Von, Clara Nunes, Jorge Bem, Gil, Caetano, Gal, Bethânia, Rita Ribeiro, Monobloco... a lista é interminável.
E, agora, ele está num processo sintomático da sua personalidade: tocar no coração de cada um de nós para a utilização dos meios digitais, das redes sociais, falar da umbanda. Falar de nossas vivências, muitas e maravilhosas, diárias e que nos ensinam que o caminho é através do amor. E ponto final!
Então, como sou um soldado da umbanda, um soldado da corrente de ferro e de aço do Caboclo Akuan, resolvi acatar a sugestão do nosso querido pai de santo: escrever. Escrever para tocar os corações que muitas vezes estão aflitos em busca de uma palavra que possa despertar um sorriso e o amor.
Convido a todos, umbandistas ou não, mas que tenham Deus e fé nos corações, a se juntarem a mim numa corrente pelo amor!
Obrigado, Pai Fernando, pela presença constante em minha vida.
Axé a todos e um fraterno saravá!
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